sexta-feira, 12 de maio de 2017

Virgem (Koré) Maria rogai por nós na hora de nossa morte (Perséfone), Amém

Conhecemos a estratégia de violência do Imperio Universal (católico significa universal) de sincretizar as religiões e mitos antigos.
Primeiro intimida com guerras para silenciar as tradições dos povos dominados e depois mistura os resíduos das narativas com a inculturação.
A reza da Ave Maria é clara neste sincretismo e mistura numa tacada só a intrigante narrativa da moça judia progenitora de Jesus com Ísis, a deusa egípcia, e com Perséfone a virgem mais bela da mitologia grega.
Perséfone era tão linda que despertou a paixão de vários deuses, mas sua mãe Deméter rejeitava todos os pretendentes.
Um belo dia, Hades, o deus do subterrâneo, também conhecido como inferno, a rapta e leva a virgem para desposá-la em seu reino (mas sua virgindade foi violada por Zeus que teria assumido a forma de serpente para alcançar tal objetivo).
Sua mãe desconsolada deixou de produzir os alimentos, já que era a deusa da agricultura.
Um acordo permitiu que Perséfone regressasse para alegrar a mãe e seu regresso tornava-se a primavera e o verão e sua partida, ao entristecer a mãe, tornava-se o outono e inverno.
Como Rainha do subterrâneo passou a auxiliar seu esposo em seu reinado e passou a interceder pelos mortais no momento da morte e sua devoção ficou cada vez mais forte durante os funerais.
Os gregos ofereciam preces e sacrifícios para Perséfone para que o defunto merecesse suas atenções e para que suas solicitações fossem atendidas.
O cristão acredita que a invocação à virgem se refere a imaculada conceição do Messias pela menina judia, mas não é apenas isso, a invocação à virgem possui uma ligação direta com a Koré (que significa virgem) o nome de Perséfone antes do rapto pelo o deus do mundo subterrâneo e sua disposição intercessora pelos mortos como Rainha do subterrâneo encerra a oração da Ave Maria.
O catolicismo permanece pagão nas suas atividades mais frequentes e deixa Jesus numa posição de coadjuvante. Basta ver que o rosário apresenta uma proporção de 10 vãs repetições à Virgem para uma vã repetição para Jesus. (sobre vãs repetições ler Mateus 6)
A curta reza da Ave Maria apresenta três versículos do Evangelho em que o anjo Gabriel a cumprimenta antes da anunciação e lhe instrui sobre o nome da criança e quando encontra com sua prima Isabel, mãe de João Batista.
Lucas 1:28
E, entrando o anjo aonde ela estava, disse: Salve, agraciada; o Senhor é contigo; bendita és tu entre as mulheres.
E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.
Isabel, que era estéril, recebe Maria, a virgem; no momento ambas grávidas, com a saudação:
Lucas 1:42
E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo. E exclamou com grande voz, e disse: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre.
Ave Maria cheia de graça
O Senhor é convosco
Bendito é o fruto de vosso ventre Jesus
Metade da prece dirigida à Maria é uma referência direta ao Evangelho
A outra metade é uma referência híbrida à duesa grega Perséfone e a deusa egípcia Ísis
Santa Maria, mãe de Deus,
Rogai por nós pecadores
Agora e na hora de nossa morte
Perséfone, anteriormente a virgem mais graciosa e posteriormentea rainha dos subterrâneos que intercede pelos mortais e mãe do primeiro nascimento do deus Dionísio (Dionísio significa ‘nasceu duas vezes).
Mãe de deus não só identifica Perséfone como também identifica Ísis a mãe do deus egípcio Hórus e também protetora dos mortos.
Maria de Nazaré é uma simples moça que teve a maior graça do mundo ao conceber o Messias mas nem por isso se tronou Rainha.
Além de toda Tanakh rejeitar a idolatria Jesus nos ensina que nenhum servo é maior que seu Senhor e nenhum discípulo é maior que seu Mestre. João 15:20
O Rosário ofende a Jesus e ao Evangelho e a prece da Ave Maria adora outros ídolos e contraria os estatutos do Deus único e Invisível. Deuteronômio 5:7 e 6:14

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