sábado, 6 de maio de 2017

Aparecida, Fátima, Lourdes...: alguns dos 10 mil nomes da Ísis Maçônica

Ísis é a maior rainha do Egito e modelo para todas as rainhas para uma infinda legião de súditos de geração em geração !
Não é para menos, a imaginação dos sacerdotes egípcios concebeu uma mulher bela, com poderes mágicos, esposa apaixonada e fiel até na viuvez.
Generosa, adotou e criou o sobrinho rejeitado pelos pais, que por sinal, era filho da irmã gêmea que seduziu seu marido e do compadre que o assaninou.
Rainha eterna, foi mãe e mestra do príncipe eterno.
A Maria de Nazaré original era uma adolescente escolhida por Deus para gerar seu Filho por apresentar um coração puro, ou seja, sua virtude não é heroica como a de Ísis. A jovem de Nazaré é encantadora pela simplicidade e sinceridade na obediência ao Deus Invisível.
Maria de Nazaré nunca foi nem pretendeu ser rainha de nada e seu Filho renunciou a todos os tronos.
O culto à Regina Célia (Rainha dos Ceus) iniciado pelo Papa Gregório I, ao que parece, não corresponde à Maria de Nazaré. O luxo faraônico do Vaticano, por si só, já demonstra isso !
O catolicismo sempre adorou Ísis ser fazer menção direta ao nome mais famoso da deusa de 10 mil nomes.
A Sagrada Família também é uma alusão mais à família mitológica egípcia (Hórus, Ísis e Osíris) do que aos beatos Jesus, Maria e José.
Neste aspecto, a Maçonaria, apesar de ser cheia de segredinhos, é mais honesta que os bispos católicos.
O mais interessante é que os lugares de aparição de Santa Maria são lugares economicamente apreciáveis ou promissores.
Aparecida, próxima da maçônica e portuária Paraty, no Brasil, no auge do ciclo do ouro.
Lourdes, no centro da região ocitana da França por onde passa o Canal do Midi, obra de engenharia que liga o Golfo de Lion nas adjacências dos portos de Marselha e Barcelona, ao Oceano Atlântico na região de Bordeaux. Atrativo por substituir a navegação no contorno da penísula ibérica e por não depender da possessão inglesa de Gibraltar.
Fátima, no centro de Portugal e próxima da também notavelmente maçônica e litorânea Óbidos. Catolizar o nome de Fátima foi um ótimo expediente para desmobilizar algum reavivamento moçárabe.
A disseminação do culto à Ísis pelas aparições da Rainha dos Ceus promovidas pelo Vaticano possui interesses específicos em cada tempo e local, porém concilia o imediatismo econômico vinculado ao transporte marítimo à permanente veneração dissimulada da mitologia egípcia, afirmando ser esta a religião oficial do Império Universal (católico quer dizer universal).
Seja onde for, os santuários marianos são ótimos observatórios e possuem apelo para receber todos os projetos de infraestrutura devido ao fluxo de mercadorias e pessoas. Lembremos que uma estação em Aparecida foi um imperativo no projeto do trem-bala que ligaria as metrópoles de Rio e São Paulo.
Para consolar a compreensível decepção dos devotos é suficiente lembrar que o Vaticano é um país sem território que sobrevive parasitando o território de outros países.
O Vaticano não trata e nunca tratou de religião, apenas obstruiu o contato dos povos com suas próprias tradições ao impor sincretismos desrespeitosos e traumáticos quando não a completa aculturação pela carolice ingênua católica ou pelo esnobismo acadêmico da burocaracia carnavalesca maçônica.
O Vaticano em parceria com a Maçonaria pretende apenas consolidar o Império Universal com súditos dóceis e para isso sempre sabotou a autodeterminação dos povos.
Cultuar a Rainha dos Ceus é cultuar imediatamente a Monarquia em detrimento da República e a longo prazo cultuar Ísis.
Seja um devoto de Ísis se quiser, mas é justo que tenha consciência de sua devoção.
Ouse ser republicano e nacionalista e espere o rechaço dos príncipes eclesiáticos e de suas hienas.

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