sábado, 9 de abril de 2016

#partidA atrasada: Mais do que novos partidos precisamos de diretórios dentro dos que já existem

Há partidos para todos os gostos no Brasil e as mulheres garantiram a participação nas eleições desde 1997, isto é, desde o milênio passado!
Nada lhes falta a não ser esclarecimentos específicos ao tema.
Com esclarecimento elas constroem as próprias oportunidades, mas, na contramão, as sacerdotisas da intelligentsia preferem “desconstruir”.
As mulheres, famosas por irem juntas à toalete, poderiam, sem dificuldades, ocupar um espaço maior nas eleições e parlamentos.
Estranho, curiosamente estranho!
As mulheres possuem um senso de solidariedade e a soma acontece quando elas percebem a necessidade e somar.
Neste ano haverá eleições municipais e quantas mulheres estão prontas?
Quantas percebem a importância do Poder Legislativo?
Antes de propor “descontruir” o machismo (opressor ?) apontando um inimigo intangível (ou caricato), a praticidade da mulher (algo diferente do feminismo acadêmico) solicita de coerência.
A primeira coerência dentro do partido que se estende para o parlamento é a democracia que se concretiza na existência de diretórios dentro dos partidos.
A revolução, neste momento necessária, para mudar a relação das pessoas com a política e recuperar a importância da representatividade é desenvolver os diretórios, o que as mulheres, decididas em fazer, farão com beleza, elegância, frescor e com muita felicidade.
Por onde começar? Basta escolher 1 entre 30 partidos nos 5.570 municípios!

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