sábado, 12 de março de 2016

Fuxicomunismo: dislexias, polissemias e péssimos trocadilhos ou MP-SP contra os insetos

“O meu partido é o coração partido”... só que não !
Hegel e Engels = duas curtas palavras (apenas 2 sílabas cada!) com 4 letras em comum formam um campo fértil para a dislexia com direito a “gel” no final.
Fuxico = polissemia, isto é, uma palavra com mais de um significado!
1) Fuxico = substantivo masculino.
  1. 1.comentário que é espalhado com base em suposições, quase sempre desleal; futrica, futrico, intriga, mexerico.
  2. 2.intromissão no que não lhe diz respeito; bisbilhotice.
2) Fuxico = artesanato com retalhos de tecidos
Fuxicomunismo = um péssimo trocadilho (confesso!), mas, como todo trocadilho, irresistível.
A livre expressão está subordinada à livre associação de ideias e à compulsão.
Quando parar? Espera-se algum bom senso! Mas seria o bom senso consenso?
O meu bom senso adverte que quando seu texto lembrar as crônicas do Pedro Bial é melhor parar.
Seria cruel ou decepcionante admitir que toda mesura é uma censura? Já parei !
Fala que eu te executo!
Sabemos que o MP-SP é terrível contra os insetos....só contra os insetos!
Quem determina quem são os insetos?
O Livro Vermelho de Mao Tsé-Tung ensina que o poder político nasce do fuzil, portanto, o fuzil determina quem é o inseto.
Num país de analfabetos a burocracia é tão violenta quanto um exército sanguinário deteriorando o augusto dístico do pavilhão em “Fuxico e Processo” para legitimar judicialmente o Santo Inquérito.
Fossem os togados ciosos da Filosofia do Direito jamais haveria qualquer displicência com nomes de autores consagrados.
Procuradores são para procurar e na compulsão irrefreada encontram não só a-pêlo em ovo mas também doutrinações perniciosas da baranga do sufaco cabeludo em exames estudantis do ensino médio.
Nada é por acaso! O medo que temos do comunismo foi alimentado pelo Livro Vermelho, que talvez nunca foi lido como o Evangelho que também não é, e semelhante à brincadeira do telefone sem fio foi disseminado entre uma população de tradição oral condicionada a aceitar o que os doutores falam. Se o doutor falou, está falado! Prós e contras numa briga de foice no escuro entre outras marretadas.
Herdeiros da “Bíblia Pauperum”, do peso do chicote e de retalhos “revolucionários” de um Livro de Citações, que é o Livro Vermelho, para leitores de olhos vermelhos.
Do cada um na sua, mas com alguma coisa em comum percebemos que o medo é a única coisa em comum entre insetos e inseticidas e o medo é fruto da ignorância perpetuada em fuxicos.
Sobre fuxicos: os fuxicos eram uma expressão de inteligência e um manifesto contra o desperdício quando as antigas costureiras aproveitavam os retalhos de tecidos para fazer artesanatos.
As peças de retalhos eram verdadeiras joias porque esperavam a disponibilidade de descarte, o que demandava tempo e capricho da artesã na combinação de cores e desenhos (mosaicos bizantinos). O fuxico,em si, era o máximo do capricho pois franzia o retilíneo retalho!
As peças eram raras mesmo que baratas e as de bom gosto mais raras ainda revelando o talento da artista mais que o tecido descartado. O luxo do lixo!
Hoje, de modo insensato, compra-se fazendas com o despropósito de retalhá-las, por simples capricho de estragar tecidos e fazer fuxicos de mau gosto numa combinação desastrada de cores. O lixo do luxo!
Fora “ismos”, um perigoso aforisma!

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