domingo, 19 de outubro de 2014

Nem só das Escrituras vive o Evangelho mas também da sabedoria popular

Vivemos um momento de alerta em relação à falta de água.
Nosso país é tão abundante de rios que nunca (com exceção do árido sertão nordestino) nos preocupamos com a escassez, mas a ausência de chuvas mostra uma realidade bem diferente da que estávamos acostumados.
Muitos fatores contribuíram para a falta de chuva e um deles é o desmatamento irrespon...sável e resultante das queimadas.
O desequilíbrio gerou o fim de vários cursos d'água, baixa evaporação e afetou correntes de vento. Não temos mais a regularidade e distribuição de chuvas, sendo que quando precipitarem as chuvas elas poderão estar fortemente concentradas num só lugar e cusar transtornos como enchentes e desmoronamento de encostas.
Poderíamos imaginar tudo o que está acontecendo ? Sim, porém desconsideramos os apelos de ambientalistas.
Talvez não seremos beneficiados pelas providências que tomaremos para arrumar a casa. Futuras gerações necessitam de nossa generosidade e clamam pela nossa presteza.
A vida assim se manifesta e não há nenhuma incoerência porque herdamos o benefícios do trabalho de gerações passadas.
Precisamos ser gratos pelas gerações anteriores porque vivemos um momento tecnológico maravilhoso. Desfrutamos de um conforto imaginsdo por poucos que nos antecederam. Portanto, é nosso dever reparar os danos causados pelos erros e omissão de nossa ou outras gerações.
Creio que o primeiro passo é compreender nosso planeta com o compromisso de alterar nossa cultura.
Nem só das Escrituras vive o Evangelho mas também de ditados populares: um é quem planta, outro é quem semeia (João 4:37).
Fiquesmos atentos à sabedoria do nosso povo antes de intervenções inadequadas sobre a natureza.
O Rio São Francisco está seco em sua nascente e logo não conseguirá produzir eletricidade em Três Marias.
Amor é fundamental

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