sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

DIÁRIO DE BORDO X

Amanhã é o dia do Especial Elis.

O primeiro a passar pelo gabinete foi o Vini, falando sobre o vídeo que irá para o telão durante o show.Depois a manhã foi preenchida pelo amigo Silas, do Jornal Classificados. O tema era os eventos de louvor que realizou todo 1° sábado do mês no ano 2006. Esta iniciativa foi interrompida pela Prefeitura que começou exigir autorização para o uso das praças. Tal medida contraria o art. 5°, XVI. O caso do Silas justifica a insatisfação da maioria dos evangélicos porque esbarram numa burocracia. Refletimos sobre os embaraços originados pela administração municipal e deduzimos que a reforma da Prainha, mais do que criar uma área de lazer seria dificultar os cultos da Umbanda que acontecem algumas vezes por ano. Estranho, porém plausível porque a quadra poliesportiva localizada do outro lado da ponte está de qualquer jeito. Para quem remodelou uma área, nada custava dar um tapinha na outra a 10 metros de distância. Ademais, os 8 anos de governo Marco Aurélio o espaço serviu de estacionamento para o Buffet da Delma. O que intriga é uma intervenção tão barata ser feita apenas poucos meses antes de deixar a Prefeitura, sendo que a população poderia usufruir de qualquer benfeitoria que fosse desde o início de tão demagógica gestão.Sr. Francisco apareceu apenas para nos desejar um ótimo fim de semana e tomou um café conosco. Reinteramos que a gabinete é dele e que seria bem-vindo sempre que passase por aqui.

Pela tarde tivemos a presença da Maristela Prilips, da Associação de Diabéticos de Jacareí. Estava animada porque deu xabu no pregão para compras de monitores de glicemia. A razão da alegria é que assim poderá especificar o aparelho e comprar-se um artigo com maior desempenho, usando o mínimo de sangue do paciente.
João do Ovo veio com o entusiasmo de sempre e nbos abasteceu de ânimo.
Depois de um telefonema de um munícipe, que não quis se identificar, brincamos de detetive na fundação Pro-Lar. Fomos verificar a denúncia de ter sido removida uma árvore e de uma edificação irregular na própria sede, que é alugada.
Ao chegarmos lá, ficamos mais com dó dos engenheiros e funcionários d que motivados em colocá-los em situações complicadas. A Pró-Lar é o testemunho de que não há políticas sérias para habitação, tanto é que os próprios engenheiros estão desabrigados. A edificação denunciada era puxadinho no fundo do quintal que funciona como setor de projetos. Quanto à árvore, o problema é que seria possível apurar com fotos do local antes da edificação. Aproveitamos a viagem ao conversamos sobre a ocupação do Bananal. Elencamos vários obstáculos que podem, por meio do diálogo, serem resolvidos com a boa vontade de todos os envolvidos.


Hy Ho!

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